Dona Hermínia toma dois sustos em 1º trailer de Minha Mãe é uma Peça 3; assista

Eu tinha 9 anos de idade quando entrei no cinema, tantos e tantos anos atrás, para assistir a Conan, o Bárbaro. Podia? Não, não podia (a classificação indicativa era para maiores de 14 anos). Mas não havia força no planeta que me impedisse de ver o herói que eu acompanhava há pouco mais de um mês nos gibis materializado em carne, osso e músculos. No cinema, o Conan interpretado à perfeição por Arnold Schwarzenegger (demorei outros anos para aprender a pronunciar direitinho, e outros tantos para bater um papo com ele) era exatamente o que eu encontrava mensalmente em revistinhas como Heróis da TV e Superaventuras Marvel. Brutal, com um senso de lealdade inabalável, apaixonado por vinho, mulheres, pilhagem e resignado na fé em seu deus, o selvagem Crom. Por anos colecionar Conan se tornou um hábito que ajudou a moldar minha paixão pela fantasia e pelo gênero espada e feitiçaria que, perdoem-me fãs de O Senhor dos Anéis ou Game of Thrones, o bárbaro cimério ainda é o expoente máximo.

UOL Cinema

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